Fonte: Realidade Brutal
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Por Frances Kennedy em Roma
A Igreja Católica em Roma fez uma admissão extraordinária ontem de que está ciente de que padres de pelo menos 23 países tem abusado sexualmente de freiras.
A maioria dos abusos ocorreram na África, onde os padres fizeram juramente de celibato, e que previamente procuravam prostitutas, predaram freiras para evitar contrair o vírus da Aids.
Relatórios confidenciais do Vaticano obtidos pela revista seminal dos EUA, ‘Repórter Católico Nacional’, revelou que membros do clero Católico tem explorado a sua autoridade financeira e espiritual para obter favores sexuais de freiras, particularmente aquelas dos países subdesenvolvidos que estão mais propensas a serem culturalmente condicionadas a serem submissas aos homens.
Os relatórios, alguns recentes e outros que tem estado em circulação por pelo menos 7 anos, dizem que tais padres teriam exigido sexo em troca de favores, como certificação de trabalho em uma dada diocése.
Em casos extremos, os padres teriam engravidado freiras e então encorajado-as a fazer um aborto.
OFF - Vaticano confirma relatos de abuso sexuais e estupros de freiras por padres em 23 países
sexta-feira, 13 de julho de 2012.
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Diabólica e Sinistra
A Igreja Católica em Roma fez uma admissão extraordinária ontem de que está ciente de que padres de pelo menos 23 países tem abusado sexualmente de freiras.
A maioria dos abusos ocorreram na África, onde os padres fizeram juramente de celibato, e que previamente procuravam prostitutas, predaram freiras para evitar contrair o vírus da Aids.
Relatórios confidenciais do Vaticano obtidos pela revista seminal dos EUA, ‘Repórter Católico Nacional’, revelou que membros do clero Católico tem explorado a sua autoridade financeira e espiritual para obter favores sexuais de freiras, particularmente aquelas dos países subdesenvolvidos que estão mais propensas a serem culturalmente condicionadas a serem submissas aos homens.
Os relatórios, alguns recentes e outros que tem estado em circulação por pelo menos 7 anos, dizem que tais padres teriam exigido sexo em troca de favores, como certificação de trabalho em uma dada diocése.
Em casos extremos, os padres teriam engravidado freiras e então encorajado-as a fazer um aborto.
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A legalização do aborto é um tema que rende debates intermináveis. Os argumentos favoráveis e os contrários se multiplicam, mas não sinto que estejamos perto de chegar a um consenso sobre o assunto. A proposta aqui não é defender uma corrente, mas promover mais ferramentas ao debate, discutindo os freqüentes argumentos que são defendidos por aqueles que levantam a bandeira e por aqueles que repudiam a prática.
Há quem se posicione do lado da legalização alegando que a saúde da mulher será preservada caso ela tenha meios legais de impedir a gravidez. Hoje, sem o apoio da sociedade, os abortos são realizados de forma clandestina, colocando em risco a vida de milhares de mulheres. Mas será que a legalização vai interromper as práticas clandestinas em uma sociedade em que a balança que divide o moral do legal pode sempre pender para um lado em detrimento do outro?
Se seguir com as linhas de argumentação, com certeza a "discussão" por aqui. Creio que este já seja um conteúdo substancial para nos fazer analisar a questão. O que podemos perceber é que são muitas variáveis em jogo. Podemos até seguir um pensamento, mas não podemos ignorar outras formas de pensar o mesmo assunto. Tampouco podemos nos achar donos da razão, palavra tão relativa. O aborto é um assunto delicado, assim como também é delicada a discussão sobre a manutenção de uma gravidez indesejada.
O que eu acho importante sobre a discussão em torno da legalização do aborto é que essa discussão seja imposta com o propósito de esclarecer, de munir a sociedade de informações relevantes, para que a decisão sobre a descriminalização seja consciente. Os embates entre os argumentos religiosos, feministas, moralistas ou legalistas, por exemplo, não podem, a meu ver, ignorar fatores mais concretos, como os relacionados à saúde da mulher e à educação.
Alguém aí tem ouvido falar se abortos contínuos podem fazer mal à mulher? Os debates mais frequentes têm mencionado os riscos que uma mulher pode correr ao se submeter a um procedimento como esse? E as políticas públicas direcionadas ao esclarecimento, por onde andam? Eu não ouvi muito sobre isso. O que tenho visto são defesas de opiniões, muitas parciais, baseadas em crenças específicas. E o que venho defender aqui não é a legalização ou a não legalização da prática.
Este texto aqui é apenas para defender o acesso à informação, para que a construção de nossas opiniões seja baseada em fundamentos e não no que pensamos ser o melhor. É isso, a melhor forma de nos proteger é adquirindo conhecimento.
Mais sobre o assunto:
Livros:
1. Nos Limites da Vida – Aborto, Clonagem Humana e Eutanásia Sob a Perspectiva dos Direitos (Daniel Sarmento)
2. Aborto: um direito ou um crime? (Maria Tereza Verardo)
3. Sim ou não ao aborto? (Jose Gea Escolano)
Artigos na web:
1. Aborto: discursos filosóficos
2. A Questão do Aborto na América Latina – Os Números da Clandestinidade
3. O aborto em outros países
Fonte do texto: Conversa de menina
Aborto - Você é a favor ou contra? Veja o vídeo ,tire suas proprias conclusões e comente!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011.
Postado por
Diabólica e Sinistra
Há quem se posicione do lado da legalização alegando que a saúde da mulher será preservada caso ela tenha meios legais de impedir a gravidez. Hoje, sem o apoio da sociedade, os abortos são realizados de forma clandestina, colocando em risco a vida de milhares de mulheres. Mas será que a legalização vai interromper as práticas clandestinas em uma sociedade em que a balança que divide o moral do legal pode sempre pender para um lado em detrimento do outro?
Dignidade da pessoa humana
Para impedir a legalização, nasceu a justificativa do atentado à dignidade da pessoa humana. Aqui precisamos rememorar toda a discussão legal sobre o momento em que há vida. Juridicamente, a Constituição Federal do Brasil determina que o direito à vida é inviolável. O texto do Código Civil assegura os direitos do nascituro desde a concepção. E no artigo 4º do Pacto de São José está dito que a vida do ser humano deve ser preservada desde o zigoto. Assim, seria imoral tirar a vida do feto.Início da vida
Mas, aí eu pergunto, a partir de que momento há vida? Com base em que crenças devemos nos apoiar para definir este tempo exato? Se eu seguir os dogmas religiosos, a resposta seria que há vida desde o encontro entre o espermatozóide e o óvulo. Posso eu, no entanto, questionar este prazo com o argumento de que a fertilização é um processo que leva horas e que é difícil compreender em que momento é atribuída alma ao feto. Quem tem razão? E qual seria mesmo o conceito de razão que estamos adotando para encontrar a resposta certa? E há resposta certa?Dona do próprio corpo
O próximo argumento que vou levantar é um dos mais comuns. Algumas mulheres são favoráveis ao aborto, porque são donas do próprio corpo, porque precisam ter o direito de decidir se querem e quando querem ter filhos. Mas aqui deixamos de lado qualquer discussão moral. Simplesmente ignoramos toda e qualquer discussão a respeito para nos limitarmos à nossa vontade, ao nosso querer. E se adotamos esta teoria estaríamos, então, nos mostrando favoráveis ao aborto no último mês de gravidez, por exemplo. E aí?Questão social
Como disse, as defesas e ataques são variados e não paramos por aí. Precisamos mencionar a questão social. Se não for legalizado, as pessoas que não possuem condição financeira continuarão se submetendo a condições precárias para interromper uma gestação. Mas, sejamos bem honestos, quem é que está ligando para este lado da questão? Será que estão mesmo preocupados com as mulheres de baixa renda? Honestamente, não consigo visualizar esta preocupação. Não mesmo.Vítimas de abuso
Podemos, ainda, conceder este direito a apenas algumas mulheres, àquelas vítimas de abuso sexual. Se o ato criminoso gerasse uma criança, teria então a mulher o direito de interromper a gestação. Afinal, seria a criança fruto de um ato violento, o que poderia provocar uma verdadeira repulsa por parte da mãe, dentre tantos outros problemas que a psicologia e a psiquiatria devem explicar. Porém, se defendemos que há alma e que a vida é um direito indisponível, não seria este um crime, também? Um homicídio?Se seguir com as linhas de argumentação, com certeza a "discussão" por aqui. Creio que este já seja um conteúdo substancial para nos fazer analisar a questão. O que podemos perceber é que são muitas variáveis em jogo. Podemos até seguir um pensamento, mas não podemos ignorar outras formas de pensar o mesmo assunto. Tampouco podemos nos achar donos da razão, palavra tão relativa. O aborto é um assunto delicado, assim como também é delicada a discussão sobre a manutenção de uma gravidez indesejada.
O que eu acho importante sobre a discussão em torno da legalização do aborto é que essa discussão seja imposta com o propósito de esclarecer, de munir a sociedade de informações relevantes, para que a decisão sobre a descriminalização seja consciente. Os embates entre os argumentos religiosos, feministas, moralistas ou legalistas, por exemplo, não podem, a meu ver, ignorar fatores mais concretos, como os relacionados à saúde da mulher e à educação.
Alguém aí tem ouvido falar se abortos contínuos podem fazer mal à mulher? Os debates mais frequentes têm mencionado os riscos que uma mulher pode correr ao se submeter a um procedimento como esse? E as políticas públicas direcionadas ao esclarecimento, por onde andam? Eu não ouvi muito sobre isso. O que tenho visto são defesas de opiniões, muitas parciais, baseadas em crenças específicas. E o que venho defender aqui não é a legalização ou a não legalização da prática.
Este texto aqui é apenas para defender o acesso à informação, para que a construção de nossas opiniões seja baseada em fundamentos e não no que pensamos ser o melhor. É isso, a melhor forma de nos proteger é adquirindo conhecimento.
Mais sobre o assunto:
Livros:
1. Nos Limites da Vida – Aborto, Clonagem Humana e Eutanásia Sob a Perspectiva dos Direitos (Daniel Sarmento)
2. Aborto: um direito ou um crime? (Maria Tereza Verardo)
3. Sim ou não ao aborto? (Jose Gea Escolano)
Artigos na web:
1. Aborto: discursos filosóficos
2. A Questão do Aborto na América Latina – Os Números da Clandestinidade
3. O aborto em outros países
Fonte do texto: Conversa de menina
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Mulher Grávida de 8 Meses Forçada a Fazer Aborto
sexta-feira, 26 de agosto de 2011.
Postado por
Natália Amaral
O jornal Daily Mail informou que na China doze policiais pagaram uma briga de golpes contra uma mulher grávida de oito meses, levaram-na a um hospital e praticaram um aborto forçoso como parte da polêmica política populacional de um único filho por família que já cumpriu 30 anos de vigência.Segundo o jornal inglês, o caso ocorreu perto da cidade de Xiamen um mês depois que o governo de Beijing tenha anunciado que não modificará suas leis de planejamento familiar a curto prazo.
A cidadã Xiao Aiying de 36 anos de idade recebeu repetidos golpes no ventre e foi transladada ao hospital onde os médicos injetaram nela uma substância abortiva.
O pai do bebê, Luo Yanquan, um operário de construção, denunciou que os agentes "a agarraram pelas mãos e golpearam sua cabeça contra uma parede. Logo a atiraram no chão e chutaram o seu ventre".
"Nossa filha de 10 anos estava encantada com a ideia de ter um irmãozinho ou irmãzinha. Não sei como explicaremos a ela o que ocorreu", acrescentou.
A cidadã Xiao Aiying de 36 anos de idade recebeu repetidos golpes no ventre e foi transladada ao hospital onde os médicos injetaram nela uma substância abortiva.
O pai do bebê, Luo Yanquan, um operário de construção, denunciou que os agentes "a agarraram pelas mãos e golpearam sua cabeça contra uma parede. Logo a atiraram no chão e chutaram o seu ventre".
"Nossa filha de 10 anos estava encantada com a ideia de ter um irmãozinho ou irmãzinha. Não sei como explicaremos a ela o que ocorreu", acrescentou.
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Homem encontra 4 bebês abortados em lixão.
Lixão de Aborto
quarta-feira, 24 de agosto de 2011.
Postado por
Natália Amaral
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Peritos do IML afirmaram na manhã de terça-feira (23/08), que o feto encontrado no Cemitério do Soldado foi vítima de um aborto recente. Eles informaram ainda que devido ao estado de decomposição não foi possível constatar o sexo do bebê.
A polícia, através do Delegado Drº Alessandro Rogério de Mendonça Capobianco, do 3º Distrito Policial, espera que com a divulgação do fato e das imagens, a população possa denunciar o autor de tal ato, ou ao menos fornecer pistas para que o crime seja elucidado.
A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) está investigando o caso e também conta com a colaboração da população, pelo telefone 3521 4984 ou através do disk denúncia 190.
Feto Encontrado No Cemitério
Postado por
Natália Amaral
A polícia, através do Delegado Drº Alessandro Rogério de Mendonça Capobianco, do 3º Distrito Policial, espera que com a divulgação do fato e das imagens, a população possa denunciar o autor de tal ato, ou ao menos fornecer pistas para que o crime seja elucidado.
A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) está investigando o caso e também conta com a colaboração da população, pelo telefone 3521 4984 ou através do disk denúncia 190.
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Aborto - Direito ou Crime?
sexta-feira, 19 de agosto de 2011.
Postado por
Natália Amaral
Até hoje a questão de aceitar ou não o aborto é muito complexa. Para podermos tirar nossas próprias conclusões, precisaríamos definir o que é a vida, mas isso é algo que até hoje não foi definido, diversas teorias foram formadas, por diversos cientístas.
Apesar de tudo, sabemos que até o momento o aborto é proibido, mas existem médicos que trabalham com isso. Como a questão do aborto ainda é algo complicado, indefinido, complexo, cada uma de nós, deveríamos parar um pouco e pensar, destruir uma vida, ou trazer mais uma vida ao mundo?
Videos a seguir mostram como é feito um aborto. Muitas pessoas que concordam com esta prática, provavelmente nunca viram o que realmente acontece. Talvez depois que assistirem, quem ainda acha que o aborto é a solução final, mude radicalmente de idéia.
Lei do aborto no Brasil:
No Brasil, o aborto voluntário será permitido quando necessário, para salvar a vida da gestante ou quando a gravidez for resultante de estupro. O aborto, fora esses casos, está sujeito a pena de detenção ou reclusão.
Curiosidades:
•Na Alemanha nazista o aborto era proibido por que era dever da mulher fornecer filhos para o III Reich
•Os gregos permitiam o aborto, mas os romanos o puniam com pena de morte.
•O primeiro país a permitir aborto no prazo de 28 semanas foi a Inglaterra, tornando-se atração turística para feministas.
- Não sou contra nem a favor de um modo geral, mas se por exemplo, a criança surgir de um abuso sexual, estupro, sou a favor do aborto sim.
Apesar de tudo, sabemos que até o momento o aborto é proibido, mas existem médicos que trabalham com isso. Como a questão do aborto ainda é algo complicado, indefinido, complexo, cada uma de nós, deveríamos parar um pouco e pensar, destruir uma vida, ou trazer mais uma vida ao mundo?
Videos a seguir mostram como é feito um aborto. Muitas pessoas que concordam com esta prática, provavelmente nunca viram o que realmente acontece. Talvez depois que assistirem, quem ainda acha que o aborto é a solução final, mude radicalmente de idéia.
Lei do aborto no Brasil:
No Brasil, o aborto voluntário será permitido quando necessário, para salvar a vida da gestante ou quando a gravidez for resultante de estupro. O aborto, fora esses casos, está sujeito a pena de detenção ou reclusão.
Curiosidades:
•Na Alemanha nazista o aborto era proibido por que era dever da mulher fornecer filhos para o III Reich
•Os gregos permitiam o aborto, mas os romanos o puniam com pena de morte.
•O primeiro país a permitir aborto no prazo de 28 semanas foi a Inglaterra, tornando-se atração turística para feministas.
- Não sou contra nem a favor de um modo geral, mas se por exemplo, a criança surgir de um abuso sexual, estupro, sou a favor do aborto sim.
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