Segundo informações da tenente Marina, da Polícia Militar, câmeras de segurança do próprio templo flagraram o momento em que uma moto não identificada parou ao lado do carro. O garupa, que estava armado possivelmente com uma pistola, deu os tiros que atingiram o ex-secretário. Após os disparos, os assassinos fugiram.
De acordo com a tenente, pelas imagens, não foi possível visualizar a placa da moto. Cápsulas foram recolhidas pela equipe do IC (Instituto de Criminalística). Os peritos não confirmaram o calibre da arma. Equipes da PM e investigadores da Polícia Civil, inclusive da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), estiveram no local para começar os trabalhos de investigação.
COLETA DE PROVAS
De acordo com Isaías Ossain, policial da DIG, o trabalho inicial de coleta de provas é essencial para a investigação. Sobre o crime, ele não confirma oficialmente a versão de execução, mas diz enxergar todos os indícios de uma morte "encomendada". "Não há características de crime patrimonial", disse o policial.
Camargo teria ficado por pelo menos 15 minutos parado na porta do templo de umbanda que frequentava. De acordo com o apurado, ele esperava algumas pessoas chegarem, pois estaria sem a chave. Pessoas que frequentam o templo afirmaram ao JL que ontem não era dia de culto, mas Camargo teria ido ao local para fazer orações. O caso foi encaminhado ao Plantão Policial, onde seria registrado como homicídio.



































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