As imagens gravadas pela própria vítima, atingida pelo avião durante o salto, são importantes para esclarecer o que de fato ocorreu. De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba, a câmera foi achada por Américo num canavial, mas ele a guardou em vez de apresentá-la na delegacia da cidade.
"Recebemos informação que um indivíduo estaria negociando com agência de notícias essas imagens, ou seja, queria vendê-las. Inicialmente se falou em R$ 100 mil para que essas imagens fossem divulgadas com exclusividade pela agência de notícias", explicou o delegado seccional de Sorocaba, André Moron.
Marcelo Antunes Fogaça, que trabalha como balconista numa loja de som automotivo em Boituva, negociaria a venda das imagens a mando do guarda. Policiais cumpriram mandado de busca na casa de de Marcelo na quinta-feira. Ele foi interrogado, confirmou que ofereceu as imagens, mas disse que não tinha a câmera. Américo foi localizado ainda na quinta e a câmera apreendida em sua casa. (Com informações de Marcelo Roma)
O acidente
Dois outros paraquedistas que também haviam saltado do avião,, foram atingidos pelo companheiro, projetado pelo choque com o avião, e ficaram feridos.
Alex portava uma câmera e fazia a filmagem da queda livre dos companheiros. Ele teria sido atingido primeiro e foi lançado contra os amigos Vanderson Campos Andrade e Conrado Alvares, que saltaram antes. Com o choque, o instrutor ficou inconsciente e o paraquedas, que dispõe de um dispositivo de segurança, abriu automaticamente. A manobra automática reduziu o impacto do corpo no solo. O instrutor chegou a ser socorrido ainda com vida e levado para o pronto socorro do Hospital São Luiz, na própria cidade, mas não resistiu.
Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul



































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