O movimento busca chamar a atenção internacional para a causa tibetana que luta por maior independência contra o governo central chinês.
De acordo com organizações de direitos humanos e pró-Tibete, os suicídios públicos ilustram o desespero dos monges com a repressão religiosa e cultural exercida por Pequim nas regiões tibetanas.
No ano passado, foram registradas 12 imolações, cujas causas não podem ser confirmadas porque o governo chinês impede aos jornalistas e observadores estrangeiros o acesso ao Tibete desde 2008.
Na maioria das imolações, os monges denunciaram a repressão, pediram liberdade para o Tibete e o retorno do dalai-lama, seu líder espiritual exilado na Índia desde 1959.
O governo chinês, que nega que reprima os tibetanos, condenou em diversas ocasiões esta cadeia de imolações, as quais qualifica de atos "terroristas", e acusou o dalai-lama de instigá-las. Como exemplo disso, as autoridades citam as orações organizadas por ele em homenagem aos suicidas, o que Pequim considera uma "beatificação".
Até a data de hoje 15 monges suicidaram - se em protestos



































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