Esta mulher sobreviveu depois de ser atingida por um raio na África do Sul. Você pode ver queimaduras específicas sobre a pele da vítima.
Raios matam 10.000 pessoas por ano no mundo.
O Brasil é o país mais atingido por raios em todo o mundo. De acordo com levantamento feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), temos a maior porcentagem de mortos por esse tipo de incidente. O território brasileiro é atingido por 70 milhões de raios por ano, ou seja, um pouco mais de duas descargas elétricas por segundo.
Aqui ocorrem mais de 10% de todas as mortes relacionadas com descargas elétricas no mundo. Mais exatamente, no país, nos últimos dez anos, 1.321 pessoas morreram atingidas por relâmpagos. A maior parte das vítimas (1.122) estava na zona rural, e 15% do total (198 pessoas) estavam dentro de casa. O levantamento mostrou que, a cada ano, 132 pessoas morrem atingidas por raios no país, um número acima do esperado.
Segundo os especialistas, o problema é a desinformação da população. De fato, os relâmpagos não atingem diretamente quem está abrigado dentro de casa. O problema é o que as pessoas fazem dentro de casa quando há um temporal com muitas descargas elétricas.
Só 1% das vítimas fatais é atingida diretamente por raios, o que significa que a casa é um abrigo seguro. Mas muita gente morre levando uma descarga elétrica quando está falando ao telefone. Se um relâmpago atinge as proximidades da casa, perto da rede de telefônica ou mesmo elétrica, ele tem poder de gerar radiação que corre pelos fios.
Nos telefones sem fio, isso não acontece, assim como nos celulares, mas há um outro alerta: existem casos de morte de pessoas que estavam falando ao celular com o aparelho plugado ao carregador e ligado à tomada.
Tomar banho durante o temporal também é um risco, assim como ficar próximo à rede elétrica. Se um raio cai perto da rede elétrica, pode chegar à fiação do chuveiro e atingir a pessoa. A água é boa condutora de eletricidade. Se uma lâmpada explode pela descarga de um raio, uma pessoa que esteja próxima à rede elétrica também pode ser atingida.
A mesma lógica vale para aparelhos eletroeletrônicos, especialmente a geladeira. Ficar próximo é um risco, porque o metal ajuda a conduzir a corrente elétrica de um raio que chega pela fiação.
O estudo mostrou que muita gente que mora em casa de chão de terra batida, sem telefone ou geladeira para oferecer perigo, é vítima também. Em casas de chão de terra batida, se o raio cai próximo à residência é como se caísse dentro dela. Nos casos de mortes, a pessoa estava descalça e foi atingida pela descarga elétrica que se propagou pelo solo. Sem piso, a casa não fica isolada. Em alguns casos, pessoas que estavam com um simples chinelo de borracha tiveram a vida preservada.
Aqui ocorrem mais de 10% de todas as mortes relacionadas com descargas elétricas no mundo. Mais exatamente, no país, nos últimos dez anos, 1.321 pessoas morreram atingidas por relâmpagos. A maior parte das vítimas (1.122) estava na zona rural, e 15% do total (198 pessoas) estavam dentro de casa. O levantamento mostrou que, a cada ano, 132 pessoas morrem atingidas por raios no país, um número acima do esperado.
Segundo os especialistas, o problema é a desinformação da população. De fato, os relâmpagos não atingem diretamente quem está abrigado dentro de casa. O problema é o que as pessoas fazem dentro de casa quando há um temporal com muitas descargas elétricas.
Só 1% das vítimas fatais é atingida diretamente por raios, o que significa que a casa é um abrigo seguro. Mas muita gente morre levando uma descarga elétrica quando está falando ao telefone. Se um relâmpago atinge as proximidades da casa, perto da rede de telefônica ou mesmo elétrica, ele tem poder de gerar radiação que corre pelos fios.
Nos telefones sem fio, isso não acontece, assim como nos celulares, mas há um outro alerta: existem casos de morte de pessoas que estavam falando ao celular com o aparelho plugado ao carregador e ligado à tomada.
Tomar banho durante o temporal também é um risco, assim como ficar próximo à rede elétrica. Se um raio cai perto da rede elétrica, pode chegar à fiação do chuveiro e atingir a pessoa. A água é boa condutora de eletricidade. Se uma lâmpada explode pela descarga de um raio, uma pessoa que esteja próxima à rede elétrica também pode ser atingida.
A mesma lógica vale para aparelhos eletroeletrônicos, especialmente a geladeira. Ficar próximo é um risco, porque o metal ajuda a conduzir a corrente elétrica de um raio que chega pela fiação.
O estudo mostrou que muita gente que mora em casa de chão de terra batida, sem telefone ou geladeira para oferecer perigo, é vítima também. Em casas de chão de terra batida, se o raio cai próximo à residência é como se caísse dentro dela. Nos casos de mortes, a pessoa estava descalça e foi atingida pela descarga elétrica que se propagou pelo solo. Sem piso, a casa não fica isolada. Em alguns casos, pessoas que estavam com um simples chinelo de borracha tiveram a vida preservada.
Fonte do texto: http://hypescience.com/





































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