O sargento Tavares, que comandou a guarnição do 8o Batalhão, apurou poucos detalhes dos moradores da rua, que disseram não ter visto o assassino, nem qualquer confusão na rua.
Pelas poucas informações levantadas pelo sargento Tavares, os agentes da Delegacia de Rio Largo devem iniciar as investigações com o marido de uma dona de bar, na cidade.
Lindenberg, segundo o militar apurou de uns amigos da vítima, teria destruído parte do estabelecimento no carnaval. Inconformado o homem teria jurado Lindenberg de morte.
“Ele havia contado essa história a um primo pouco antes de ser assassinado”, disse o militar.
O caso será investigado pelos agentes da Delegacia de Rio Largo.



































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