A polícia ainda não tem pistas do homem que matou durante a manhã do sábado (20) o flanelinha José Ramilson dos Santos, 32, que residia no Conjunto Mutirão I, no Dique Estrada, região Sul de Maceió. Durante o atentado ficou ferido Carlos Eduardo Gonçalves, 40, que foi socorrido para o Hospital de Urgência e Emergência (HUE).
Testemunhas relataram que as vítimas estavam bebendo numa praça existente em um dos trechos da Avenida da Paz (antiga Avenida Duque de Caxias), quando chegou um homem em um veiculo Fiat Pálio, de cor cinza, de placa NMF 9068 de União dos Palmares, interior de Alagoas, com um adesivo de um pavão no capu do carro. O desconhecido, que estava armado com uma pistola, deflagrou diversos tiros a esmo, atingindo as duas vítimas, que ainda tentaram correr.
A principio a polícia acredita que as vítimas não seriam os alvos do atirador, que confirme as testemunhas estaria embriagado e tinha pedido para que as pessoas que estavam no local saíssem correndo.

Testemunhas dizem que matador de flanelinha era policial
Os comentários das pessoas ao término do show das bandas Biquíni Cavadão e Plebe Rude não eram outros senão de que o assassino do flanelinha José Ramilson dos Santos, 32, era um policial.O homem estava no evento, que ocorreu no Clube Fênix, e chegou a arrumar confusão com as pessoas que estavam no local.
A fonte informou que estava no camarim da banda Plebe Rude em busca de autógrafos quando o homem, ainda não identificado, invadiu o espaço, dizendo que há mais de vinte anos esperava pelo encontro com a banda, que é de Brasília. “Ele já tinha entrado anteriormente, mas não tinha levado caneta. Daí ele voltou querendo de qualquer forma entrar novamente no camarim pra pegar os autógrafos. Ele inclusive usou minha caneta e não queria nem devolver. Só recuperei porque insisti dizendo que era um presente dado pelo meu pai”, disse a informante.
Segundo apurou a reportagem, o atirador usava uma camisa preta da banda irlandesa U2. Ele estava sozinho no evento, saiu a pé e deflagrou dois disparos no flanelinha José Ramilson, que bebia numa pracinha próximo ao local do show. “Depois dos tiros ele saiu tranquilamente, entrou no carro dele e foi em direção ao porto. Mas eu acho que pra garantir que o cara tava morto, ele voltou e, de dentro do carro, deu mais quatro tiros. Todo mundo ficou chocado tentado se abrigar dentro do Clube Fênix. Os tiros podiam acertar qualquer um, já que alguns foram deflagrados de forma aleatória. Os comentários lá eram que o atirador era um policial”, comentou a testemunha.
Testemunhas relataram que as vítimas estavam bebendo numa praça existente em um dos trechos da Avenida da Paz (antiga Avenida Duque de Caxias), quando chegou um homem em um veiculo Fiat Pálio, de cor cinza, de placa NMF 9068 de União dos Palmares, interior de Alagoas, com um adesivo de um pavão no capu do carro. O desconhecido, que estava armado com uma pistola, deflagrou diversos tiros a esmo, atingindo as duas vítimas, que ainda tentaram correr.
A principio a polícia acredita que as vítimas não seriam os alvos do atirador, que confirme as testemunhas estaria embriagado e tinha pedido para que as pessoas que estavam no local saíssem correndo.
Os comentários das pessoas ao término do show das bandas Biquíni Cavadão e Plebe Rude não eram outros senão de que o assassino do flanelinha José Ramilson dos Santos, 32, era um policial.O homem estava no evento, que ocorreu no Clube Fênix, e chegou a arrumar confusão com as pessoas que estavam no local.
A fonte informou que estava no camarim da banda Plebe Rude em busca de autógrafos quando o homem, ainda não identificado, invadiu o espaço, dizendo que há mais de vinte anos esperava pelo encontro com a banda, que é de Brasília. “Ele já tinha entrado anteriormente, mas não tinha levado caneta. Daí ele voltou querendo de qualquer forma entrar novamente no camarim pra pegar os autógrafos. Ele inclusive usou minha caneta e não queria nem devolver. Só recuperei porque insisti dizendo que era um presente dado pelo meu pai”, disse a informante.
Segundo apurou a reportagem, o atirador usava uma camisa preta da banda irlandesa U2. Ele estava sozinho no evento, saiu a pé e deflagrou dois disparos no flanelinha José Ramilson, que bebia numa pracinha próximo ao local do show. “Depois dos tiros ele saiu tranquilamente, entrou no carro dele e foi em direção ao porto. Mas eu acho que pra garantir que o cara tava morto, ele voltou e, de dentro do carro, deu mais quatro tiros. Todo mundo ficou chocado tentado se abrigar dentro do Clube Fênix. Os tiros podiam acertar qualquer um, já que alguns foram deflagrados de forma aleatória. Os comentários lá eram que o atirador era um policial”, comentou a testemunha.



































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