Caça Aos Morsas

quarta-feira, 17 de agosto de 2011.
Embora as morsas tenham poucos predadores naturais, os homens as caçam desde o século 9 por causa de seu óleo, marfim e pele. Por isso, as populações de morsas decresceram muito e depois se recuperaram em determinados períodos da história humana.

O óleo de morsa - criado por meio da ebulição da gordura a altas temperaturas - era muito utilizado em lamparinas, sabão e como lubrificante de máquinas entre 1860 e 1880. Durante esse período, cerca de 10 mil morsas foram mortas em apenas um ano na região oriental do Ártico [fonte: Lanken]. Entretanto, depois da diminuição mais recente, a caça à morsa tem sido restringida no Canadá, na Rússia e nos Estados Unidos. Somente os nativos que dependem da morsa como fonte de alimento podem caçar o animal.

















Nos Estados Unidos, a Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos, de 1972, não só protege as morsas dos caçadores, como também proíbe o comércio do seu marfim. Somente o marfim autorizado por lei ou que tenha sido trabalhado por um nativo do Alasca pode ser legalmente comercializado . Além disso, embora a morsa não esteja ameaçada, ela está listada no Artigo III da CITES, a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas. Essa condição dá alguma proteção ao restringir o comércio global de morsas e produtos derivados.

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