Los Zetas, cujos tentáculos estendem-se do sul dos Estados Unidos até a América Central, são um grupo criado por militares mexicanos que desertaram para se unirem ao cartel do Golfo e que agora se enfrentam e, para financiar essa disputa, recorrem ao sequestro de migrantes e outros delitos.
Eles têm seu feudo no nordeste do México, onde sequestraram vários ônibus e assassinaram pelo menos 116 pessoas encontradas este mês em San Fernando, um povoado do estado de Tamaulipas, segundo declaração da procuradora-geral, Marisela Morales, divulgada nesta terça-feira.
Heriberto Lazcana (vulgo ‘El Lazca’) é considerado pelo governo mexicano o líder máximo da organização, e tem a cabeça a prêmio por mais de US$ 2 milhões.
Los Zetas vestem-se de negro e usam termos militares (“comandantes”, “veteranos, “falcões” e “cobras”), manejam “armamentos de alto poder e tecnologia de ponta, os quais utilizam para organizar operações de resgate e ataques de grande magnitude”, informa um documento do governo mexicano.
O cartel do Golfo continua comandando a maior parte do tráfico de cocaína, enquanto Los Zetas, segundo Guadalupe Cabrera, acadêmica de estudos de governo da Universidade do Texas em Brownsville, começaram a praticar também outros tipos de crimes, como sequestro, extorsão a comerciantes e roubo de combustíveis.
A quadrilha era inicialmente formada por cerca de 40 membros das forças especiais do Exército mexicano, que o então tenente Arturo Guzmán (vulgo Z-1, seu código militar) recrutou para formar os elos de segurança com o ‘capo’ do cartel do Golfo, Osiel Cárdenas.
Cárdenas foi capturado em 2003, extraditado para os Estados Unidos em 2007 e condenado no ano passado a 25 anos de prisão.
Desde então Los Zetas entraram na disputa interna pelo controle do cartel do Golfo e traz consigo uma trilha de sangue que deixa marcas por todos o México.
Eles têm seu feudo no nordeste do México, onde sequestraram vários ônibus e assassinaram pelo menos 116 pessoas encontradas este mês em San Fernando, um povoado do estado de Tamaulipas, segundo declaração da procuradora-geral, Marisela Morales, divulgada nesta terça-feira.
Heriberto Lazcana (vulgo ‘El Lazca’) é considerado pelo governo mexicano o líder máximo da organização, e tem a cabeça a prêmio por mais de US$ 2 milhões.
Los Zetas vestem-se de negro e usam termos militares (“comandantes”, “veteranos, “falcões” e “cobras”), manejam “armamentos de alto poder e tecnologia de ponta, os quais utilizam para organizar operações de resgate e ataques de grande magnitude”, informa um documento do governo mexicano.
O cartel do Golfo continua comandando a maior parte do tráfico de cocaína, enquanto Los Zetas, segundo Guadalupe Cabrera, acadêmica de estudos de governo da Universidade do Texas em Brownsville, começaram a praticar também outros tipos de crimes, como sequestro, extorsão a comerciantes e roubo de combustíveis.
A quadrilha era inicialmente formada por cerca de 40 membros das forças especiais do Exército mexicano, que o então tenente Arturo Guzmán (vulgo Z-1, seu código militar) recrutou para formar os elos de segurança com o ‘capo’ do cartel do Golfo, Osiel Cárdenas.
Cárdenas foi capturado em 2003, extraditado para os Estados Unidos em 2007 e condenado no ano passado a 25 anos de prisão.
Desde então Los Zetas entraram na disputa interna pelo controle do cartel do Golfo e traz consigo uma trilha de sangue que deixa marcas por todos o México.



































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